A editora

Fundada em 2009, a Dublinense nasceu com o objetivo de se permitir experimentar e navegar livremente por gêneros. Depois de muitas experiências, a editora atualmente se concentra na ficção e não ficção literárias, além de manter uma linha de títulos sobre psicanálise. Gostamos de obras que conversem com temas importantes do nosso tempo, através de vozes diversas do exterior e da nova literatura nacional. Ou seja: livros bons, divertidos, emocionantes e relevantes. 🙂

Quem somos

Gustavo Faraon é cofundador da editora. Atua no desenvolvimento de novos projetos, aquisições, licenciamentos e direitos internacionais, mas também nos setores financeiro e comercial. Gosta de ler especialmente aquilo que não deveria estar lendo.

Rodrigo Rosp é cofundador da editora. Comanda os setores de produção e editorial. Gosta de uma literatura que olha pros absurdos do mundo, quase sempre com cinismo, ironia e desesperança, em particular a literatura contemporânea brasileira.

Luísa Zardo é a designer responsável pelos projetos gráficos dos livros, e-books e tudo o mais que envolva a marca Dublinense. Gosta de ler muito, e vai de literatura russa até não ficção histórica, passando por literatura de viagem. E lê muito rápido!

Eduardo Rech é o responsável por todas as operações do setor comercial da editora. Gosta de ler um pouco de tudo, se define como um leitor “facinho”. Menos terror, por favor.

Eduardo Krause é o livreiro das feiras e o responsável pela nossa comunicação. Gosta de ler romanções com muito caldo cultural local, que escorrem por seus dedos enquanto ele viaja segurando os tomos (ou o seu Kindle velho de guerra).

Samla Borges é a nossa revisora, com olhos de lince (ia dizer águia, mas ela prefere felinos) ávidos por incongruências. Também é livreira da casa, poeta e sorri quando chamada de doutora. Lê absolutamente tudo, de chick-lit a Dostoiévski, enquanto esvazia mil canecas de café.

Valda Preis Coutinho é a nossa gerente financeira. Quando em ação, é preto no branco: implacável com devedores, zelosa com contas e impostos. Mas quando se trata de livros, ela apenas se deixa levar, ainda mais por romances envolventes sobre culturas distantes.

No momento, a editora não está aberta ao recebimento de novos originais para análise.